domingo, 30 de setembro de 2012

Hoje estou triste



Às vezes, tentar ser forte perante o mundo cansa-nos mais do se mostrássemos as nossas fraquezas. Não gosto, alias, nunca gostei que vissem as minhas fraquezas. É mais fácil mostrar que está tudo bem e que nada nos afecta do que tocar nas feridas e exteriorizar toda a dor que elas nos provocam. Não gosto que percebam que estou triste, não gosto de falar dos meus problemas, não gosto que tenham pena de mim, não gosto que me vejam chorar … não gosto de preocupar as pessoas que gostam de mim. Mas existem dias … momentos como este em que tenho necessidade de falar com alguém … de chorar … de deixar cair aquela “mascara” alegre e despreocupada que uso todos os dias … hoje preciso de um ombro amigo para chorar … de alguém que me diga que esta dor vai passar … preciso de CHORAR … e porque não?! Forte não deve ser aquele que finge não ter sentimentos, mas sim aquele admite tê-los …

Hoje estou triste 

sábado, 29 de setembro de 2012

Lua cheia ...



 Hoje a noite é de lua cheia …
Sentir na pele o toque que causa arrepio. Sentir na boca o molhado dos teus beijos. O roçar do corpo … devagar … suavemente … olhar-te e ver-me por dentro.

Quero ir sem medos nem amarras. Quero ir sentido a liberdade em mim.
Abraçar-te e ter o teu abraço, o teu regaço.

Sentir o cheiro que inebria os sentidos. Sentir sem pressa de acabar. Estar perto sem pensar se amanhã ainda estarás.
Sorrir e ter as tuas mãos entrelaçadas nas minhas.

Eu sinto que vale a pena. Vale a pena sentir.
Espera por mim … hoje que a noite é de lua cheia.
Vamos ver as nossas sombras dançarem, vamos criar sombras chinesas.
Vamos desenhar sonhos e realizar desejos. Tornar tudo muito maior do que possa ser, transformando um pouco, no melhor de tudo, dando a tudo o sabor a eternidade.

Esquecer as amarras que ainda nos prendem, transformar a realidade em magia … apenas partir par quem sabe sentir … se ainda sou capaz … capaz de gostar de quem gosta de mim…

Não vai ser em vão, pois não????

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Por uma noite... conduz-me



Esta noite, conduz-me
Leva-me para longe enquanto a noite misteriosa se transforma em dia.
Deixa-me na pele as marcas da paixão, para que a alma fique livre e o corpo dorido e cansado me faça ver a vida de uma forma mais leve …

Crava-me as unhas na pele, desliza os dedos por mim, faz-me suar, aperta-me com os teus braços, puxa-me para ti, diz que me queres.
Liberta-me da roupa que prende o meu corpo … AGORA …
Passa-me a língua no pescoço, nas costas, entra em mim, chama o meu nome.
Esgota-me …

Tira de mim o fogo … liberta-me de gritos silenciosos … dos olhares perdidos … dos gemidos sôfregos que arrasto …

Não me perguntes onde quero ir. Leva-me. Conduz-me.
Diz-me tu.
Onde me queres levar?

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Just a dream ...



A madrugada é quente há demasiados pensamentos a inundar-me a mente e o corpo que não me deixam dormir …
Levanto-me, vou até à varanda na esperança que a brisa da noite me devolva o sono. Surges atrás de mim e abraças-me, beijas-me o pescoço … hummmmmmmmmmmmmmmmmm …
Arrepias-me a pele. Sinto o teu corpo colado ao meu, as tuas mãos percorrem-me e aumentam o fogo que me incendeia e me deixa completamente louca.
Viras-me para ti … beijas-me com vontade.
As minhas mãos percorrem o teu corpo sinto a tua excitação
A possibilidade de sermos vistos excita nos … brincamos com os nossos corpos … como se nada mais importasse … num desejo de ter mais e mais … 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

LET'S PLAY


Vendas-me e deliro contigo
Gostas tanto como eu destes jogos, gostas de me provocar ... de fantasiar assim 
Despes-me lentamente, as tuas mãos percorrem o meu corpo com desejo.
Não te posso ver ... só imaginar ... mas sinto a tua tesão e isso descontrola-me.
Ouço a tua respiração ofegante ... LET'S PLAY

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Quero esquecer que estou magoada por um quase amor …



Quero esquecer que estou magoada por um quase amor …
Vinha a ouvir a rádio no caminho para o hotel [hotel sim … de viagem novamente … a minha vida é assim … hoje aqui … amanhã ali … sem rumo certo] sem escutar as musicas que passavam.
Vinha a pensar que já não sei como se namora. O meu amor foi tão fugaz, tão nas sombras, que já nem sei como é fazer um programa … quando se assume uma relação perante o mundo.

Vinha com os meus pensamentos a vaguearem e a lembrar que até o maior amor que tive o perdi. E até o que pensei ser menor e que afinal não era …
Aliás, perder faz parte de toda uma vida. Parece-me que tudo o que me custou a conquistar, acabei por perder.
Talvez por isso, sempre que me dou e perco, faz-me falta esses pedaços de mim.
Sei que não vou sofrer nem mais nem menos que por todos os outros amores ou quase amores [até parece que foram muitos mas não foram assim tantos como possam pensar], vai ser igual e vai passar … então porque lamentar um quase amor???

Preciso sim de mudar … mudar por dentro e talvez até por fora …
Não quero passar a vida a decepcionar-me com os outros … e isso acontece-me tanto … raios as coisas parecem ser algo e afinal não são … e quando gosto não sei porque mas espero sempre um pouco mais dos outros … enfim talvez seja esse o meu erro.
Tenho pena … porque isto acaba por me tornar mais desconfiada, fria e distante … e eu não queria …

As noites tornam-se longas, dou voltas na cama sem dormir, queria sair por aí, conhecer pessoas novas e perder-me em corpos que nem conheço … se fosse capaz … mas não sou …
E hoje a noite anuncia ser longa e quente [talvez seja eu que estou quente] … uma daquelas noites que abrem o apetite de corpos que se procuram e que suados se completam e se entregam mais e mais sem pudor, que escorregam por entre os dedos quando se querem puxar para nós …

Ai não te ponhas a divagar … que isso até te faz mal … esta falta de amor até deve fazer mal à saúde …

Hoje até que um simples mimo ai bem  … apetecer apetece … mas falta o resto …

É verdade sou mesmo tola … 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Bancos traseiros ...



No pico da noite escura os corpos em silêncio procuram-se. Só porque sim.
O banco traseiro do carro …
Olhares que se cruzam sem permanecer, que percorrem milímetros de pele … mãos que despenteiam que deslizam que percorrem que querem conhecer. Ou que já conhecem.
Espaços apertados. É por isso que é intenso …
Corpos colados suados. Gemidos que se libertam que se prendem.
Corpos que se agarram que escorregam que se querem.
Respiração ofegante.
Sexos molhados.
Deixa-me sentar no teu colo, sabe tão bem assim … o teu deslizar em mim … ver-te.
O abraço.
O prazer.
Pele queima com pele … o simples tocar de pele.
Sexo que esgota.
Corpos contorcidos na busca de um limite de prazer, da entrega.
Noites quentes.
Corpos que roçam.
Espaços que obrigam a estarmos tão perto. Ou juntos separados. Espaço que no chamego nos fazem desejar mais muito mais …
Línguas que lambem que deslizam.
Ulhas que cravam que ferem que desejam.
Corpos que se rasgam que se enterram que se entregam.
Bocas que procuram no escuro e no silêncio.

O doce deslizar de mãos nas costas … a pele que escorrega e arrepia … o êxtase do prazer contido.

Corpos que repousam e se olham num sorrir tímido.
Marcas na pele.
Almas que se elevam e podem descansar.

O dia vai amanhecendo …

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Queria ....................


Queria escrever um poema que falasse da saudade
de um rosto que eu nunca vi, 
de mãos que nunca segurei, 
de braços que nunca abracei, 
de uma poesia que não compartilhei, 
de um corpo que nunca toquei...
Queria falar do êxtase de sentimentos incomuns que transcendem vidas comuns... 
Queria dividir sonhos, sensações, ternuras e doçuras de juras que nunca fiz, 
em poemas que escrevi e nunca enviei...
Queria escrever...queria poetar, queria trazer, pertinho de mim, em meio às letras, concordâncias, coesões e coerências,
Tua alma digitalizada...formatada...fantasiada...em nada! 
Queria frases cruzando caminhos fora do tom, destoando rimas...em diferentes poemas de uma mesma sintonia, como acordes de diferentes melodias, compostas num mesmo som!






[Existem coisas que não se explicam simplesmente sentem-se]




quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ardo ...


Ardo-me por um tango de Piazolla
um soneto de Neuruda
Um poema de Lorca
encolho-me sob os personagens
de Guimarães
exibo-me às palavras de Luiz
ser não é viver o desejo
é ser o próprio desejo
respirá-lo
expirá-lo
senti-lo no baixo ventre
destilando nas veias
para bebê-lo ardente
directo da boca da alma

Márcia Leite


Confissões …



Só queria ter as tuas mãos, que devagar, me percorressem o corpo numa massagem lenta, quente, sensual...
Em noites assim, em que o corpo nu, deitado tão quente...
Em noites assim, que apetece o sexo desvairado e louco nos lençóis...
Que se deseja tanto um corpo colado ao nosso, suados ... misturados em odores e sabores, em saliva em pele e em alma ... em beijos e toques que arrepiam a pele, que a fazem gritar no silencio da noite ... assim, enquanto a musica nos faz sonhar ... you now the way ...
E esta cama, tão imensa ... tão vazia.
Este silencio sem vozes nem sorrisos.
E eu aqui tão imensa, tão vazia.
Tão sem a outra, a que faz despertar o desejo que me consome nestas noites.
A parte satânica da alma que desfaz o corpo que se desejo apenas outro corpo em nós ...
Como confissão: hoje é uma daquelas noites em que apetecia mesmo ... apetecia-me estar contigo 


[Nedd you Now]

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Toques ...




No fim de cada entrega, sente-se o cheiro do prazer, o calor da paixão nos lençóis. Lençóis que serviram de palco para mais um acto de uma peça, de uma peça que faz parte de uma história de amor,
Cada toque dos teus dedos no meu corpo, resultam tal qual os dedos de um pianista no seu órgão, cada toque é uma nota de música, que forma melodia e transparente.
Uma música suave, que nos entra no corpo, que nos hipnotiza e nos faz caminhar nas teclas do amor.
Cada passo dado é uma prova de carinho, de amor e são por ti esses passos que dou, Caminho de encontro a uma ilusão, na esperança de se tornar a realidade do meu sonho.
Acordo
Acabou-se a entrega, terminou o acto, mas nunca a peça. Essa continua. Os toques permanecem vivos no meu corpo, tal como como as teclas permanecem no piano daquele pianista.
Ficou o cheiro do nosso amor, a saudade do teu beijo, o toque suave dos teus dedos no meu corpo, que percorrem com ternura, um toque de ternura misturado com paixão. O meu íntimo torna-se num fogo difícil de se extinguir.
Toca-me uma vez mais ....


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Homens ... Temos Homens ou nem por isso ...



Tenho que confessar ... andam por aí umas espécies masculinas que pura e simplesmente me deliciam.
De verdade.
Nestes últimos tempos, tenho.me dedicado a observa-los um pouco mais, tenho-me rido com vontade. Creio até que tenho os abdominais mais durinhos.
Aparece-me cada um na rifa que só mesmo de mijar-me a rir.
Temos machos, temos machos! Ui...ui... é que até nos endoidecem! (pelos piores motivos, claro)...mas também de homem não se pode esperar muito..., quer dizer de ALGUNS homens, de ALGUNS homens!!! Só ALGUNS!
[Ai credo que ainda me fuzilam. Mas pior é se algum lê isto e se revê nos acontecimentos ... pois quer dizer que estou mesmo fo**da ... ]
Durões, a pensar que estão repletos de charme, que papam todas e mais algumas, que nada que mexe lhes escapa e depois vai-se a ver ... machos que lançam olhares felinos, que se metem numa de quem se quer lambuzar, andam de roda, de roda, fazem dança de acasalamento e tudo e depois ... pois, depois é a melhor parte.
Tenho visto com olhos de ver.
Digamos que nem tenho andado tão distraída, e quando um jeitoso entra já eu me estou a chibar às amigas ... e é estranho porque antes eles entravam, bebiam e saíam e eu nem dava conta [mas antes estava apaixonada ... de certa forma ainda estou ... mas liguei os radares]. 
Isto tem uma parte boa. É que sou a primeira do grupo a ver aqueles aparecem e têm tudo no sítio. Mas o problema dos homens que têm tudo no sítio é que nunca estão no sítio certo.
A minha cama, por exemplo, era o local ideal!! hehehehehehehe
Mas tenho dias, e quando me apetece entrar na brincadeira, entro. Gosto de gajos que sejam muito à frente.
E como diz a minha amiga ...
Notícia do século: Não há. Esqueçam meninas, já não disso. 
Não nos acompanham. Uma gaja dá-lhes uma resposta que não seja SIM ou NÃO e eles ficam com cara de cachorrinhos abandonados, sem saber muito bem o que fazer ou o que dizer e acabam por se ir embora. Desorientadinhos de todo. E cá para mim, creio que vão porque sentem, digamos, não capazes de pedalar ao mesmo ritmo. Se é que me entendem ... 
[Claro, há excepções ... meninos ... ups ainda me fuzilam
E já que aqui me posso chibar, me posso "abrir todinha" que nem uma ostra, que ninguém me conhece, ninguém sabe quem eu sou, vou deixar aqui o meu testemunho de acontecimentos recentes.
Se isto é um confessionário, há que confessar. E já que ajoelhei ... lá vou ter de rezar ...
Deu-me para olhar para ele fixamente, daqueles olhares em que nem se pestaneja. Pronto, era um puto, mas era giro. E eles, mesmo que ainda não estejam no ponto, têm que se ir habituando.
Ele, coitado, já nem sabia muito bem onde colocar as mãos. E eu sem desarmar. Com a maior cara de pau. sem desviar os olhinhos ... [e olhem que os meus olhinhos são lindos]
As amigas a dizerem ah que tal, coitado, esta incomodado ...
Não quero saber.
Gostei. Ganhou "tomates" e veio ter comigo. Eu sorri. Ele perguntou porque estou a olhar para ele. Pronto estragou tudo. ERRADO.
Ele devia dizer que também me achava interessante ou algo do género ... no mínimo OU no máximo, que era um espectáculo ... pronto era uma mentirinha, mas uma mentirinha piedosa [tenho espelhos em casa]. Ficava-lhe bem e eu nem me ia importar, mas o que é que ele fez??? PERGUNTOU-ME. Quis saber o porquê de uma acção minha. Intrometido. Cusco.
Portanto, teve a resposta que mereceu ... euzinha ... [a fingir-me de surpresa].
- Eu? para ti? Não, és muito novo ... era para o teu colega, Tenho estrabismo [mentira], deves ter confundido.
Atitude dele? Enfia o rabinho entre as pernas e vai embora, cabisbaixo. Claro, errado outra vez. Devia ter dito ... É pena ... 
Ok, como confissão: às vezes sou mazinha. Talvez exija demasiado de uma espécie um pouco mais limitada. Mas eles acham-se o sexo forte, que posso fazer??? [pronto lá esta o mau feitio a falar]
Gosto de os testar, ver até onde sabem, podem e querem ir, Mas eles desistem logo à partida!!! Não tenho culpa!!! [é que não tenho mesmo]
Mas há outros ... oh se há ... os que se dizem maduros ... Para mim, maduros mas já com bicho.
- És muito bonita ... (blá blá blá, a conversa de sempre) ... podias dar-me o teu nº de telefone.
- Ah, pois, mas não tenho!
- Não tens telefone? (ele com ar de surpreendido)
- Não! Qual o espanto? Quem quiser que me procure! Gaja que é gaja, no máximo, tem um phone mobile ...
- Então eu dou-te o meu ...
E ele começa a escrever num papelinho o nome e o nº ... eu pego no papel ... fico a olhar e faço-me de estúpida. [adoro, acreditem, fingir-me de burra. Pronto, às vezes sou mesmo]
Pergunto-lhe o que é ... ele diz que é o nome e o nº ...
- Eu não sei ler ... só fiz até à 4ª classe e não tenho treinado muito
Por vezes é complicado dizer, entre estupidez, que não estamos interessadas.
E se bebessem menos, talvez conseguissem raciocinar e pronunciar, pelo menos, uma frase de jeito. Mas eles quando bebem, é um fartote, E mais: bêbados, dizem tudo!! É o máximo ... a minha alma fica deliciada com certos homens. Tenho que dizer isto. É verdade!
Mas há mais ...
- Posso pagar-te uma bebida?
- Não obrigada, já bebi.
- O que bebeste?
- Um café.
- Mas isso não é bebida!
- Não? Que chatice, e agora? Será que me vai fazer mal? É que eu não mastiguei!!!
Ele sorri ... e eu continuo:
- Mas deixa lá, um dos nós tem de estar sóbrio!
Outro pergunta-me como me chamo.
Eu, com maior descontracção, digo-lhe que depende ... se estiver bem-disposta, brasa, boazona ... por vezes parva, não tenho nome certo para me chamar
- E os outros como te chamam? [ATENÇÃO AO PORMENOR, ESTE ESTA LÁ]
- ____. Os outros costumam chamar-me ____. [mas acaham que ia dizer o meu nome aqui ... eheheheheheh ... enganaram-se ... é que não digo mesmo]
Mas o orgasmo é quando me perguntam se me podem conhecer ... hahahahah ...
A um respondi-lhe que o mais certo era ele desistir entretanto. É que nem eu me conheço e já convivo comigo há alguns anitos!
A um outro disse-lhe:
- Depende, se me deixares tocar no teu Sony Ericsson ...
- Mas eu não tenho um Sony Ericsson!
- Não!? Que pena ... então nada feito.
Digo-vos que o Sony Ericsson costuma, ATENÇÃO, costuma vir com um acessório chamado homem de lamber os beiços ... hehehehehehe ... a Sony ainda me vai pagar por lhe fazer subir as vendas do Ericsson ... hehehehehehehe ...
Que m******. Há falta de gajos muito à frente, que nos respondam, que sejam criativos, que tenham humor ... 
Aparecem estes que ficam assim, incrédulos ...
Não entendo ... nem é difícil de acompanhar, mas pronto, a pensarem assim, só com essa cabecinha pequenina, ninguém vos pode pedir muito, né?
Mas deixo a sugestão ... quando forem à "caça" [esta palavra soa tão mal] planeiem com a outra cabeça ... É capaz de dar melhor resultado ...
Claro ... digo eu que nada sei 
[Depois de isto tudo estou FO**DA ... vou ser fuzilada]


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Desejos ...



Segredos teus em minha pele
Beijos enfeitiçados que me enlouquecem
Sussuros eróticos que me avassalam a alma
O teu respirar quente e seco que me seduz
A tua alma que se torna minha
Vem e toca o meu sexo
Sente o calor que emana 
Não, não me faças esperar mais
Vem tocar-me, vem penetrar-me 
Sente esta paixão que chama por ti, vem 
A tua pele que se torna ardente e húmida
Os teus beijos que me queimam de prazer
Conquistas-me com teu olhar cintilante
A tua boca fervilha de paixão, de tesão
Vem, vem entrar no meu corpo
Sim, entra, não fales nada, silêncio
Entra em meu corpo
Apaga este fogo de desejo, tesão
Queima este calor que sinto
E vem, mas vem em silêncio
Sinto-te em mim, gosto
O teu calor que me consome as 
Entranhas
O sexo que se articula, que se manifesta
E vens, penetras-me e amas-me
O calor que se consome
O amor que se planta, que se guarda
Vem 
Vem em silêncio 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Degustação carnal...

Entre doces conversas, palavras que saem da boca instintivamente, mãos que deslizam nossos corpos fugazes a um prazer fugido ... às línguas que percorrem cada canto das nossas bocas ávidas de um desejo difícil de controlar ...

A tua língua que desliza na minha pele, na minha carne, num fogo que tu acendes ... sinto-me tonta de prazer, um prazer que queima as entranhas sexuais, que me avassala a alma, e pede mais  ... mais carícias, mais beijos molhados, dentes frios nos mamilos, uma mão quente que toca um sexo húmido e quente!

Levo as minhas mãos ternas até a uma morada que conheço muito bem, uma entrada bloqueada pelo desejo de um órgão sexual, que anseia pelas carícias ...

Despojo o resto das roupas existentes em nossos corpos no chão, deito-te no sofá, onde tantas vezes nos amámos, onde nos deixamos ir ao sabor daquele desejo carnal ... Debruço-me sobre ti, deslizo os meus joelhos até ao chão, onde a minha posição é agora de ataque. Vejo o teu sexo livre, teso, com a pujança de outros tempos  ... A minha língua começa então uma viagem, doce, calma, vingativa, serena ... toco-te ao de leve nesse sexo rijo, duro de desejo ... a minha língua envolve-o, faço-o entrar lentamente na minha boca molhada onde, com prazer chupo e mordisco, a minha língua que serpenteia no teu sexo ... sinto o teu corpo estremecer, a tua pele que se arrepia aos toques dos meus dedos ... os teus mamilos rijos, tal como tu sentes os meus quando neles a tua língua passa ... Ambos deliramos com esse fogo, este nosso secreto prazer ...
Antes que expludas ... que te deleites nesta boca gulosa ... trocamos 


Trocamos de posição ... mantemos a virilidade quente ardente ... deito-me no sofá ... entrego-me à tua vontade ... desejo-te ... sinto-te ... húmido ... rijo ... sinto o teu órgão bocal ... deslizar na pele que arde ... queima de desejo ... desces ... tocas as virilhas ... os meus lábios ... os teus dedos ... que exploram ... a língua que passa no clitóris ... os teus lábios, que agora me tocam com sabedoria ... magníficos membros de uma mão que me toca divinamente ... desejo-te tanto!

A tua arte de amar, degustar de um prato típico do Universo, saborear cada pedaço que provas, levares ao limite um corpo que te oferece prazeres carnais, faz com que me sinta num Paraíso, onde só entra felicidade, prazer, êxtase, exclusivo a amantes de prazeres sem pudor ... sem limites.

Nesta felicidade que tenho o prazer de desfrutar, da tua perícia linguística, quase expludo, a minha lava que insiste em sair, mas tu a retardas com carícias, não tão excitantes ... procuro remover o meu corpo, a minha conjuntura corporal, tento alcançar o teu sexo ... dás-me margem de manobra ... toco-te ... o membro sexual ansiava aquele momento ... delicio-me ... ambos desfrutamos dos nossos corpos como nunca a nossa existência alguma vez o permitiu ...

Não esperando mais ... sinto a tua língua entrar na minha cavidade vaginal ... aproveito e "engulo" o teu sexo, que desaparece na minha boca ... tocas-me com os teus dedos no meu clitóris ... não aguento mais ... ambos não aguentamos o calor de um vulcão em erupção ... explodimos os dois ... o líquido quente que nos abandona a prisão, o fluido ardente que invade as bocas ... um brinde dos nossos corpos ... uma recompensa do nosso prazer!

A degustação de um néctar do Paraíso ... um brinde ao prazer ...

Quero esquecer


Hoje não quero sentir ...
Quero apenas esquecer ...
Pensar só em mim ...
E ficar sozinha 
Com os meus pensamentos,
Hoje quero esquecer que o mundo existe, 
Hoje quero pensar só em mim ...
Mas não consigo ... É quase impossível
Não sei porque continuo a pensar em ti 













sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Sonho[TE]


Esta noite inventei-te na luxúria do meu sonhar.
Amputei-te a alma o coração ... exultei unicamente o teu corpo e os sentidos.
Quero o teu corpo, despido de quem és.
Calei-te as palavras, deite-te voz unicamente aos gemidos e gritos de prazer.
Os nosso corpos envoltos em êxtase, suados ...
Busco-te em cada fonte de prazer, percorro cada centímetro da tua pele numa descoberta cada vez mais além, sem fronteiras.
Abraço-te numa sofreguidão de um náufrago, numa ânsia devorada ...
Sonho-te ainda como poeira cintilante num céu estrelado ...
Pesadamente, afundo a cabeça na almofada e desço no abismo escuro onde naufragam todos os sonhos.
Sonho-te ...........................................................



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Encontro tardio [Real ou não … só eu sei]



Conhecemos por acaso e desde então passámos as noites a falar no chat, há muito que deixamos os temas banais do dia-a-dia e passamos para as provocações, foi então que numa daquelas tardes de “neura” em que tudo nos corre mal que surgiu um convite inesperado … ao início hesitei um pouco, na verdade quis criar um pouco de expectativa … e também pela distância que nos separa, não estamos propriamente perto … mas lá aceitei o convite.

Tinha pouco tempo para me arranjar se queria chegar à hora marcada … tomei um duche rápido sem esquecer de passar o creme pelo corpo para deixar a pele macia e sedosa … um pouco de perfume … uma roupa casual [não muito chamativa] e lá me pôs a caminho … afinal ainda tinha alguns quilómetros pela frente.

Passado algumas horas cheguei ao ponto de encontro … estacionei o carro e tentei ganhar coragem para sair … o meu corpo termia … estava nervosa isto era novo para mim … e segundo me disseste para ti também … lá ganhei coragem e segui em frente … toquei à campainha, abriste a porta … o teu sorriso deixou-me fascinada …

Entrei … encaminhas-te me para a sala … estava iluminada por umas velas que exas-alavam um aroma suave e doce … a musica suave que ecoava no ar … ficamos em silêncio por uns instantes … entre sorrisos envergonhados lá surgiram as primeiras palavras e o primeiro beijo … um beijo doce, lento … demorado …

Depressa as nossas roupas caíram pelo chão sem temores … sem receios … as nossas bocas uniram-se num só … os nossos corpos estremeciam de desejo a cada toque … até há união perfeita … um encaixe perfeito de prazer e desejo … num com-paço acelerado … gemidos que se tentam abafar, entre beijos, caricias e palavras sussurradas … naquele instante de entrega total … numa onda de prazer, de desejo que nos tomava por inteiro até ao êxtase de um orgasmo partilhado sentido … encaixados num abraço … um abraço meigo, forte, desejado … adormecemos assim ABRAÇADOS ……………………………



quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Ardente ...

Ardente
Corpo quente
desejo ardente
alma desesperada 
aventura desejada
prazer eloquente
Humidade crescente
loucura iminente
neste corpo 
frágil e sedento






[Hoje acordei assim ardente] 



terça-feira, 4 de setembro de 2012

É verdade perdi o senso ...


Verdade ... que eu perdi o senso ... talvez as minhas palavras sejam indiscretas

Indiscretas palavras ... falta de senso ... tolices minhas ... desejos ... sensações ...

Palavras que descrevem milhões de emoções secretas ... sensações que trago em mim 

É verdade perdi o senso ...



segunda-feira, 3 de setembro de 2012

NOS TEUS BRAÇOS ... DESEJO[MEU] ...

Hoje queria poder adormecer nos teus braços e fazer do teu calor o guardião de todos os meus sonhos.

Queria poder abandonar os meus sentidos a cada centímetro da tua pele e dormir na segurança do teu toque...

Quero que o teu rosto seja a ultima visão do meu dia para que o brilho dos teus olhos me crie sombras na escuridão do sono e para que a doçura do teu sorriso me vele toda a noite.

Quero poder descansar a cabeça no teu peito e converter cada batida do teu coração num ritmo que me embale todos os cansaços ...





Quero, enfim, trazer-te prisioneiro do meu afecto e do meu amor ... esquecendo-me por umas horas que as calhas do mundo giram lá fora ...

Roubemos-lhe, pois, um só momento ... aquele em que não seremos mais que um do outro ...

Envolve-me, abraça-me, inebria-me ... protege-me do silêncio da noite e do pêndulo do mundo ...

Deixa-me adormecer nos teus braços ... só hoje ... só por um segundo ... esquecer-te do tempo e vem comigo ... hoje sonharemos juntos ...


... Saudades destes [nossos] momentos ...


DESEJO[MEU]

Desejo[meu] provocas em mim os desejos mais secretos, fazes com que meu pensamento viaje por caminhos de prazer e êxtase …
Desejo[te] com tremor no corpo e na voz … desejo quase insaciável de te sentir … tens o poder de me abalar … por completo … enlouqueço só de pensar em ti [DESEJO MEU]