quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Quando ...

... Os olhos teus beijam o meu corpo,
e as tuas mãos percorrem os meus segredos...
Um desejo ardente em mim aflora.
E quando o teu respirar me embriaga,
e o teu gemido por entrega implora,
teu cheiro forte, abre-me os poros,
Enlouquecida, rogo: 
“Vem, agora!...”


Todo universo repousa em alva cama,
onde o sentir se faz imortal e clama
pelo despertar das forças animais.
Um prazer, explode em liberdade,
nos faz trilhar o chão da eternidade...
E, num rugido supremo, eu peço:
 “Mais!”



Lê-me ...


Lê-me como se eu fosse um livro,
descobre-me em cada página,
conhece-me em cada palavra...
toca-me com suavidade
e folheia-me a cada dia,
como se eu fosse o primeiro
livro que lês...
deixarei em mim, páginas
com espaços em branco
para que tu mesmo, escrevas
e ilustres...
não me feches, guarda-me junto a ti
para me leres nas horas boas e nas horas más,
abre o meu sorriso e inunda-te com ele,
bebe as minhas palavras
e entra na minha vida,

esta que é, um livro que lês...

Sabes(?)

Sabes SOU ESCRAVA da minha LOUCURA ... NÃO TUA
ESCRAVA dos meus sentimentos ... do meu querer ... das minhas vontades ... 
ESCRAVA dos meus DESEJOS
ESCRAVA dos meus delírios ... das minhas fantasias ... 
ESCRAVA dos meus segredos 
Sabes SOU ESCRAVA sim da MINHA LOUCURA 

NÃO TUA